COGNIVITA

o que a ciência já sabe

Nossa metodologia

Estimular a mente, do jeito que a pesquisa mostra

Nossas apostilas foram organizadas a partir dos princípios da estimulação cognitiva, uma das abordagens não medicamentosas mais estudadas para idosos. Aqui estão as pesquisas, o que elas encontraram e como isso aparece no papel.

  • Memória
  • Atenção
  • Linguagem
  • Raciocínio
  • Orientação
  • Percepção
  • Coordenação

As pesquisas

Três estudos que mudaram o jeito de cuidar da mente

2003ensaio clínico randomizado

Reino Unido

Terapia de Estimulação Cognitiva

Atividades variadas de memória, linguagem, orientação e raciocínio, feitas de forma leve e regular. Pessoas com demência leve a moderada que participaram melhoraram na cognição e na qualidade de vida.

A revisão Cochrane de 2023 confirmou um benefício pequeno, mas consistente, e o NICE, que orienta o sistema de saúde britânico, recomenda a estimulação cognitiva.

Ver fontes 1 a 3

2.832idosos acompanhados por 10 anos

Estados Unidos

Estudo ACTIVE

Treinos de memória, raciocínio e velocidade de processamento. Dez anos depois, os grupos de raciocínio e de velocidade ainda iam melhor nessas habilidades, e os treinados relatavam menos dificuldade nas tarefas do dia a dia.

Ver fontes 4 e 5

2 anosde programa com idosos em risco

Finlândia

Estudo FINGER

Alimentação, exercício, controle de pressão e colesterol e treino cognitivo, juntos. Quem seguiu o programa teve melhor desempenho cognitivo que o grupo de comparação. O treino da mente foi uma das peças.

Ver fonte 6

Na prática

Como isso aparece em cada página

Cada exercício tem instrução curta, letra grande e espaço de sobra para escrever. As seções mudam de área ao longo da apostila e a dificuldade sobe aos poucos, fase por fase.

No fim vem o gabarito, para conferir com calma, sem cara de prova.

Página por dentro da apostila, com exercícios de letra grande e espaço para escrever

Os princípios

Seis escolhas que vêm dos estudos

As outras linhas

Crianças, reabilitação e comunicação

Criança fazendo atividades da apostila de TDAH

TDAH infantil

Atenção, memória de curto prazo e organização, com atividades curtas que respeitam o fôlego da criança.

Senhor em reabilitação fazendo a apostila pós-AVC

Pós-AVC

Linguagem, atenção e coordenação para a rotina em casa, ao lado da reabilitação com os profissionais.

Criança apontando símbolos na prancha de comunicação alternativa

Comunicação alternativa

Símbolos organizados por categoria, no formato da Comunicação Aumentativa e Alternativa, para apontar o que se quer dizer.

Sendo transparentes: as pesquisas acima avaliaram programas de estimulação e treino cognitivo, não as apostilas da CogniVita em si. Usamos os princípios desses programas para montar o material, mas não prometemos cura, nem que a apostila impede ou reverte doenças. Ela é um estímulo para o dia a dia e não substitui a avaliação e o tratamento indicados pelo médico ou pelo terapeuta.

Fontes

Para ler os estudos

  1. Spector A. et al. Efficacy of an evidence-based cognitive stimulation therapy programme for people with dementia: randomised controlled trial. British Journal of Psychiatry, 2003. doi.org/10.1192/bjp.183.3.248
  2. Woods B. et al. Cognitive stimulation to improve cognitive functioning in people with dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2023. doi.org/10.1002/14651858.CD005562.pub3
  3. NICE. Dementia: assessment, management and support (NG97), 2018. nice.org.uk/guidance/ng97
  4. Ball K. et al. Effects of cognitive training interventions with older adults: a randomized controlled trial (ACTIVE). JAMA, 2002. doi.org/10.1001/jama.288.18.2271
  5. Rebok G. W. et al. Ten-year effects of the ACTIVE cognitive training trial on cognition and everyday functioning in older adults. Journal of the American Geriatrics Society, 2014. doi.org/10.1111/jgs.12607
  6. Ngandu T. et al. A 2 year multidomain intervention of diet, exercise, cognitive training, and vascular risk monitoring versus control to prevent cognitive decline in at-risk elderly people (FINGER). The Lancet, 2015. doi.org/10.1016/S0140-6736(15)60461-5

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